sábado, 29 de agosto de 2009

ESPORTES

+ Preparação para os jogos estudantis que acontecerá no mês de Setembro, traz empolgado para os alunos do colégio da policia militar.


+ Reforma da Vila Olímpica e Usei, para o tão esperado jogos estudantis.


+ Apacita avisa que os alunos da natação que ainda não pagaram o mês de Agosto, devem providenciar com urgência, sendo que os alunos que atrasarem serão desligado da natação e iram passar a frequentar a Ed. Física escolar.

Noticias

+ Blue Fest Dia: 18 de Setembro,Horário: 18:00 Local: CPM. Com os Djs Nadinho e Gallo.

+ Olimpíadas de Matemática foram aplicadas no cpm. Todos estão esperando um bom desempenho dos alunos.

+ Prova Brasil ainda será aplicada para alunos do colégio da policia militar, não sabemos a data, mas desejamos uma boa sorte.

+ Ensaios para o desfile do 7 de Setembro já começaram, e muitos alunos estão otimistas e dizem que vão fazer o melhor.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

ENTREVISTA:

O colégio da polícia militar, em Itabuna, possui pontos positivos e negativos. Porém, hoje os alunos dizem uma coisa sobre tal, mas, e antigamente? Por isto, para saber se houve uma mudança desde que o major Ubirajara saiu do colégio, entrevisto o estudante de direito da universidade estadual de Santa Cruz(UESC), Adriel Santos Santana.

1 - Adriel, de zero a dez, quanto você daria - constando somente o tempo que você estudava lá - para a educação no CPM Itabuna?


R= 7,5. Porque existiam professores de qualidade e uma estrutura física que permitia uma aula descente.


2 - Você que obteve alguma influência do CPM para você entrar na universidade estadual de Santa Cruz?


R= Contribuiu em parte. Acredito que o fato prepoderante para ingressar na universidade é a força de vontade e a derteminação do aluno


3 - A disciplina militar, regida no próprio colégio, influenciou ou influencia no seu dia-a-dia?


R= Não me causou muita influência, em parte, porque nunca fui, antes do militar, um desordeiro e sempre sobe seguir regras


4 - O que você achava dos seus ex-professores do CPM?


R= Tirando algumas excessões, que estavam mais interessadas em fazer proselitismo e divulgar sua ideologia barata do que realmente, passar conhecimento. Uma boa maioria soube cumprir seu papel de educador da forma mínima possível


5 - Você entrou no CPM por intermédio seu ou de seus responsáveis? Quando você soube que havia conseguido uma vaga no colégio, qual sua reação? E da sua família?


R= Dos dois. Fiquei muito contente ao saber da vaga, porque era o que queria. Acredito que tiveram a mesma reação que a minha.


6 - Vamos supor que você é o diretor geral do CPM, qual a primeira coisa que você faria para melhorar os fundamentos do colégio?


R= Buscaria estabelecer um acordo com um sistema de ensino privado, visando uma melhor contribuição aos conteúdos educacionais repassados na instituição.


7 - Agora que você já não está mais no CPM, achas que hoje em Itabuna este colégio é bem falado entre os cidadãos?


R= Acredito que ainda existem muita mistificação e mentiras divulgadas por outras instituições de ensino, que em parte se sentem ameaçadas pelo fato do modelo público-militar mostrar ter funcionado. Por outro lado, alguns elementos (alunos) do CPM, que na verdade não passam de desordeiros e futuros delinquentes, acabam por sujar o nome do colégio frente a uma parte dos cidadãos.


8 - Uma das tradicionais punições do colégio é o impedimento. Você já ficou impedido? E servio para alguma coisa?


R= Não. Além de perder meu sono do sábado, não servia pra praticamente nada.


9 - Você saiu do colégio como aluno capitão. O que você acha de graduar alunos e de alguns privilégios a eles?


R= Acredito que é uma forma eficiente de incentivar a meritocracia entre os alunos, este qual um preceito constitucional, afim de dar aos alunos uma proximidade maior com o tipo de disputa e privilégios que ocorrem no mundo real.
Tendo em vista que muito se propaga uma visão de tratamento igualitária nas escolas nacionais (públicas), estas quais acabam por somente dar ao aluno uma visão de mundo que não condiz com a realidade.
Aqueles que se destacam merecem sim, ser reconhecidos perante os demais. Aqueles que não, possuem dois caminhos: Ou se espelham nestes, ou continuam na sua mediocridade.



10 - Qual o melhor militar ou civil de que você mais gostava no colégio? Porque?


R= Em especial duas pessoas: O tem. Carlos Eduardo, que durante bom tempo foi o chefe da UD. Este qual era um homem íntrego, e um bom líder; E o SD. Menezes, que só vim a conhece-lo realmente no último ano do CPM, mas que acabou por se tornar um amigo.


11 - Que conselho você deixaria aos atuais alunos do colégio?


R= Existem dois tipos de pessoas: Aquelas que serão alguma coisa, e aquelas que escolheram não ser. O estudo nada mais é do que um dos meios de se alcançar nossos sonhos e desejos. A vida não é justa. Você pode escolher entre viver reclamando disso e a usando como justificativa para o seu fracasso, ou se esforçar mais e mais, até conseguir.
OBS = Se você não gosta de estudar, pelo menos seja esperto: Entre pro mundo da política!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Historia do CPM


“A pena desbrava o campo á espada”

Ordem, disciplina, saber. São aspectos indispensáveis de colégios que estão por todo o país, ensinando a ciência e todo exemplo que os alunos deveriam ser como reais estudantes que querem subir na vida.
Criada em 09 de Abril de 2005, o colégio da polícia militar funciona com cursos desde a 5° série do ensino fundamental até o 3° ano do ensino médio, com pré-vestibular.
Esses colégios têm princípios militares, onde a disciplina está em primeiro lugar. São ideologias que já existiam na polícia militar a muito tempo, e que foram trazidas a estes colégios para se ter alunos quase perfeitos.
Hinos, lemas e solenidades são coisas que tais colégios possuem, levando os alunos cada vez mais à disciplina. Lemas como “A palavra convence, o exemplo arrasta”, dão ânimos e encorajam os alunos do colégio da polícia militar. Os hinos, por sua vez, dão uma visão de magnificência nas solenidades que são realizadas nas ruas, ou até mesmo em batalhões militares.
Nas salas de aula, ainda resta disciplina. Cada sala possui um aluno, que é chamado de “xerife”, e que é responsável por toda a sala, incluindo designar quem irá fazer a chamada “faxina” – limpeza da sala pelos seus próprios alunos, seguindo uma escala justa -. Também, nas salas de aula, os alunos seguem a instrução dos professores em silêncio, e quem conversar em momento errado, é punido pelo xerife. Mas o xerife não é somente uma pessoa por todo o ano. É uma escala que é dada pelo colégio, seguida à risca pelos alunos.
Em tais colégios, existem mais de 10 sessões que cuidam de cada área, que vai desde aplicações de transgressões, até o setor de telemática. E para coordenar tudo isso, são quase 30 policiais e cerca de 20 civis que cuidam de tudo e todos. Total organização em todos os setores são obrigações da direção geral. O colégio é dividido em Direção geral e pedagógica, onde o 1° é comandado sempre por um oficial maior (major, tenente coronel), e o 2°, por uma civil.
Mas mesmo com todos estes aspectos positivos, os colégios ainda possuem problemas. Mas não tão aparentes, que são falta de administração financeira e falta de infra-estrutura. Mas tudo isso é concertado de ano em ano, dando ao Colégio da Polícia Militar uma busca incansável busca pela perfeição.

Resenha de Juca Pirama, Golnçalves Dias

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Juca Pirama, de Gonçalves Dias, é um romance indígena que trata de um índio, que sendo prisioneiro dos Timbiras, é declarado como covarde por este por não ter honra em guerra.
Posteriormente ele é liberto pois o líder timbira disse que a carne dele não servia para ritual, porque os Timbiras não aceitavam carne de "Fracos" mesmo o índio não mesmo o índio não aceitando partir o líder o abrigo, e ele parte. Logo apos o índio encontrar seu pai, que é guerreiro. Depois disto, ocorre certas coisas não muito necessárias no texto, onde mostram a nobreza da doutrina indígena entre outros. No final da obra, uma tribo invade o local onde o índio e seu pai estão, e começa assim uma batalha. O índio covarde, se torna corajoso e sai a luta. No final o índio morre nos braços do seu pai, mas orgulho este ao demonstrar sua bravura.
Tal romance possui uma linguagem complexa e muito extensiva. É muito detalhista, o que dificulta seu entendimento a principal dificuldade do texto é essa. Porém o romance apresenta uma história religiosa em relação aos índios Portanto Gonçalves Dias cumpre o que pretendia, que e demostrador a face sublime e esplendora dos índios, portanto isto é do movimento indianista. Pois não mostra a outra metade da moeda

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Se tens medo da vitória, tenha coragem para enfrentar a derrota 

O dia amanheceu chuvoso, uma grande neblina subia do Leste e entrava nas casas do reino Folkor, comandando pelo imperador Gasthor. Estava chovendo muito, até a manhã sentia frio daquele clima inimaginável. As pessoas saíam com suas vestes de pele de carneiro, tentando se aquecer ao máximo.
O imperador Gasthor, dentro do seu salão imperial com seus conselheiros que lhe davam informações sobre o império, ouvia atentamente todos os relatórios, até que alguém, correndo desesperadamente pelo corredor que, no final, dava acesso ao salão. Esse alguém entra pela porta que estava entreaberta, olha para o imperador Gasthor e seus conselheiros, e diz:
-Senhor. Recebi informações de que um grande exército está se aproximando! Eles são milhares, segundo informações, são mais de 150 mil soldados! O que iremos fazer meu senhor?!
Os conselheiros olham com um olhar de desesperado, olham para seu rei e dizem ao mesmo tempo, o que iriam fazer. O imperador, porém, com cabeça baixa, sem apresentar desespero, apenas abre um pequeno sorriso, e diz ainda olhando para baixo:
- Senhores, em todo esse tempo que estive com vocês, não tinham medo de nada, ganhávamos batalhas que pareciam perdidas, e acima de tudo, vocês tinham a plena confiança em mim. O que houve? Ainda não acreditam em mim? Quem achar que não venceremos, podem se retirar da sala, pois não são dignos de serem chamados para o conselho.
Depois de dizer estas palavras, ele levanta sua cabeça, olha para seus conselheiros e o mensageiro, e diz a este:
- Informou aos generais?
- Sim senhor, mas dos seus cinco generais, dois foram embora.
- Haha, estes são os covardes. Mensageiro, avise à população na torre central, mande todos saírem do império e irem para as montanhas.
- Sim, meu senhor!
- Enquanto à vocês, conselheiros, vão com o povo. Espero encontrar vocês posteriormente.
- Certo meu senhor. –Dizem os mensageiros temendo o que poderia vir à acontecer.

Depois disto, Gasthor desse pelas escadas da torre, até chegar ao pátio e se encontrar com a população que se arrumava como loucos embaixo da grande chuva que caía. Ele olha para todos os lados, vê alguns que corriam na lama daquele local, alguns que caíam nesta, mas com coragem ainda se levantavam e tentavam salvar suas vidas. Posteriormente, Gasthor saí deste local e vai até o quartel onde se encontravam seus soldados, lá, ele se encontra com um dos seus generais, e este diz:

-Meu senhor, receio em informar que os 150 mil soldados do inimigo, segundo informações de alguns espiões, são elites (melhor classe de soldados, seguindo – leves, pesados, elites -). E também, que a diferença entre os nossos soldados para o deles é grande, enquanto eles têm 150 mil, temos apenas 40 mil, as chances de nossa vitória são bem pequenas, na minha sincera opinião, deveríamos todos fugir para as montanhas!
- Seu medo me intriga general, você não fez o juramento que dizia “Estarei contigo até a última batalha, até o último sangue derramado sobre as terras que o senhor percorrer, sejam árduas, sejam férteis. Seguirei seus comandos sem recitar, sem desistir, estarei contigo até que tu estejas no sepulcro, e ainda assim, seguiremos seus passos. O senhor é uma lenda viva, e irás deixar um grande marco nesse reino. Por isso, estarei contigo!”?! General, se você disse isso sem ter a intenção de obedecer, o senhor não merece estar aqui.
- Senhor, por favor, perdoe-me, o senhor realmente sabes o que fazes. Estarei contigo agora e sempre. Quais são suas ordens meu rei?
- Primeiramente, apronte o exército, tire todos os recursos que aqui temos, e retire todo o povo daqui, é provável que estes inimigos, além de invadirem nosso reino, matem nossos gados, queimem nossas casas, e assediem nossas mulheres, portanto, faça isso que te mando!
- Sim, meu rei!

E o general sai para fazer aquilo que Gasthor ordenara. A batalha agora estaria nas mãos dele, todo o império confiara nele, e este não poderia decepcionar ao seu povo. O informante da torre avisa:

- Atenção! O inimigo chegará em 30 minutos! Apressem-se!

Gasthor, ouvindo estas palavras, olha para o exército, que estava se aprontando. De repente, ele vê um soldado, da companhia de lanceiros pesados, e este estava agachado com a filha dele, que aparentava ter seis a sete anos de idade, tinha cabelo loiro, e seus olhos eram azuis. O lanceiro, com suas pesadas armaduras e sua seu escudo forjado, abraça sua filha, e começa a chorar. E em lágrimas diz:

- Filha, seu pai terá que sair. Boa sorte filha, estarei com você sempre. – E abraça mais uma vez sua pequena filha.

Gasthor vendo e ouvindo aquilo vai até eles, e pergunta ao lanceiro:

- Olá soldado. Sua filha é muito linda, deve ter orgulho dela.

O soldado reverencia seu rei, enxuga suas lágrimas, e diz:

-Obrigado meu senhor. No que posso ser útil?
- Soldado, saia daqui. Não lute. Cuide de sua filha.
- Mas senhor, devo lutar pelo nosso reino!
- Soldado, você me ouviu. Saia! Eu cuidarei da situação.
- Sim, meu senhor.

Gasthor sobe até o alto da torre, correndo desesperadamente, e lá fala:
- Atenção todos os soldados, saiam daqui! Eu só quero os arqueiros! Não se pergunte o porquê de eu estar falando isso! Saiam daqui agora!

E todos, ainda confusos, saem do império, apenas os arqueiros ficam. E Gasthor vai ao encontro destes, na torre de defesa, antes que a batalha comece. Lá, ele fala com Nordisson, general de defesa:
-Olá general, só me diga uma coisa, quantos arqueiros temos aqui?
- Apenas 8 mil arqueiros senhor... oito mil...
- Oito mil? Está mais que ótimo!
- Como? Oito mil está um bom número? Senhor...
- “A conquista é concedida àqueles que vencem o medo da derrota.”. Ainda duvidas?
- Não senhor. Acredito em ti.
- Ótimo!
- Senhor, o exército inimigo chegará em apenas 5 minutos! – Um mensageiro interrompe a conversa.
- Todos nós estamos preparados, vamos lutar!

O inimigo chega! As armas de cerco lançam suas grandes pedras sobre os portões, afim dos soldados entrarem. Os arqueiros dentro do forte apontam suas flechas para o inimigo, e lançam à rajada. Tantas flechas parecem até impedir que a luz do Sol chegue a Terra. Muitos e muitos soldados inimigos morrem. Mas ainda não terminou. As armas de cerco continuam e destroem cada vez mais o forte, e os arqueiros laçam novamente suas flechas. De repente, um mensageiro grita:
- Os portões caíram!! Preparem-se!!
E todos os arqueiros continuam a lanças suas flechas sobre o inimigo, este corre entre os grandes portões, subindo o forte e atacando os arqueiros defensores. Mas, os soldados inimigos parecem perecer, cansados e não aparentam ser mais um poderoso exército. Então, ouve-se o grito:
- Saiam!! Estes arqueiros lutam como loucos!! Vamos embora!
E os soldados defensores, mais o rei Gasthor, gritam com raiva e comemorando a vitória! Uma coisa incrível, apenas 8 mil soldados conseguem deter um exército poderoso, e prova-se o que o rei Gasthor disse, “A conquista é concedida àqueles que vencem o medo da derrota.”.

Depois disto, Gasthor é louvado e ganha a confiança de seus soldados e do seu povo. A batalha foi ganha, e Gasthor provou ser um rei leal.

FIM

A confiança e a coragem fizeram com que os soldados vencessem, e você? Ainda acredita em algo? Se acredita, ótimo, tenha confiança, você vencerá! E ao que não acredita, tende confiança, você vencerá.

“Vá, e confie, pois, de erro em erro, de perca em perca, de derrota em derrota, conseguirá acertos, ganhos e vitórias.” – Caio Cesar
“Se tens medo da vitória, tenha coragem para enfrentar a derrota.” – Caio Cesar